quinta-feira, 10 de maio de 2018

ACABOU-SE o Tomar a dianteira 3


Segunda-feira, 7 de Maio de 2018
FUMOS DA ÍNDIA
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 Quanto custou a viagem à India para a cacique ir buscar este diploma?
 Que resultados produziu?
Ao menos conseguiu trazer uma receita de frango de caril decente?
Aguardamos as perguntas da Oposição?

ps- A Anabela Freitas conseguiu o mesmo diploma sem lá por os pés.

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Alguém da área da informação, que reside e trabalha em Tomar, mandou a peça supra para Tomar a dianteira 3. Logicamente para publicação. Com a anotação sarcástica "O seu colega de Abrantes ainda é mais cáustico!". Podia ter-lhe citado o conhecido adágio segundo o qual "Quem tem boca não manda soprar". Mas não. Publica-se. Porque mostra bem em que situação estamos nas margens do Nabão. Tal como antes do 25 de Abril, quem não tem cuidado com a boca ou com aquilo que publica, por enquanto ainda não é ofcialmente censurado, nem vai preso. Mas sofre represálias de toda a ordem. Desta vez, 44 anos após Abril, da parte de honrados democratas. Por isso, há outra vez autocensura. Há outra vez medo, disfarçado de boas maneiras. Como se diz  lá para as bandas transalpinas -Porca miséria! E o silêncio é geral. O rebanho vai comendo e calando. Bom apetite e bom proveito!
Merece a pena continuar a escrever e publicar para leitores teimosamente abúlicos, que se vendem por um prato de lentilhas? Parece-me bem que não. Portanto Tomar a dianteira 3, ACABOU-SE!
Continuarei a escrever como até agora, para memória futura. Mas vou manter os escritos em arquivo. Não haverá mais publicações. Acabam-se assim os incómodos para os instalados incapazes, que doravante terão de usar outras desculpas para os seus falhanços. O crítico culpado de tudo cala-se de vez. Ninguém gosta de pregar no deserto, que como se sabe é surdo total.
Aos 68 seguidores registados e a todos os leitores de boa fé, agradeço a paciência e a atenção que me dedicaram. Àqueles leitores amigos que em tempo útil  manifestaram o seu desejo de continuar a ler o Tomar a dianteira 3, apenas posso prometer que responderei prontamente a todas as perguntas que me queiram colocar, desde que não sejam do foro estritamente pessoal.
Para  todos os outros, apenas um voto: Oxalá vos aconteça a dobrar tudo aquilo que me têm desejado. Boa saúde e boa disposição para  todos, apesar de tudo.
Pobre gente! Desgraçada terra que tais filhos tem!
António Francisco Rebelo
anfrarebelo@gmail.com.br

Actualização 

Tendo em conta os antecedentes, suponho que o diploma acima mencionado seja relativo à promoção turístico/empresarial de Tomar e de Abrantes. Ou será apenas de "personalidade da década"?

quarta-feira, 9 de maio de 2018

A verdade da maioria instalada

Procurando explicar o estranho fascínio e apoio das bases do PS ao ex-primeiro-ministro e ex-secretário general Sócrates Pinto de Sousa, apesar de tudo o que já está documentado, Henrique Raposo escreveu no EXPRESSO uma boa análise, da qual se reproduzem dois curtos excertos. Não só pela manifesta pontaria, mas também e sobretudo por encaixar perfeitamente na situação política tomarense.
Basta substituir "trono soarista" por "cadeirão dos Paços do concelho" e "Sócrates" por "Anabela Freitas". Com algumas excepções, também é verdade. A actual presidente da Câmara não está indiciada judicialmente por mais de 3 dezenas de crimes.

"Porque é que as bases do PS ainda apoiam Sócrates?"

Henrique Raposo - Expresso online

"O problema é o próprio PS. Estes e outros militantes não estão interessados na verdade, porque nas suas cabeças a "verdade" é definida pelo líder socialista que se senta no trono soarista. Estas pessoas saltam de narrativa em narrativa, para evitarem a verdade.
... ... ...
É esta a cultura tribal do PS. O socialista típico vê-se como alguém especial. Como alguém que tem uma superioridade moral intrínseca. ...Um ataque ao PS é um ataque à democracia. O PS não é aqui muito diferente do PCP."

Porque afirmo tratar-se de um texto com boa pontaria, certeiro portanto? Porque durante anos fui militante, quadro e eleito do Partido Socialista, ao qual me ligam ainda fortes laços sentimentais. Fiz por conseguinte parte da tribo. Já não faço, mas ainda partilho muitas das suas características, salvo naturalmente a adoração dos líderes, a ocultação da verdade ou o evidente desprezo pelos que não concordam.

Hotéis de topo

Numa altura em que se iniciam as obras do primeiro cinco estrelas tomarense, um investimento bem vindo e muito corajoso, pareceu útil e oportuno publicar a perpectiva que segue, esclarecendo que o Hotel dos Templários, de quatro estrelas, dispõe de piscina e spa desde a última remodelação:

"A corrida à água dos palaces parisienses"

"Spa e piscina foram considerados obrigatórios,  a partir de 2010, para os hotéis de cinco estrelas poderem usar a designaçãol "palace". Desde então, entre piscinas sumptuosas e tratamentos dérmicos de excepção, os grandes hotéis parisienses rivalizam sem concessões."

M le magazine du Monde, Eléonore Théry


A piscina do Hotel Crillon, em Paris, com um mosaico de 17 mil componentes. Foto Hotel Crillon

"Os tapumes publicitários já foram retirados, mas os operários ainda trabalham no interior da fachada arte nova do Hotel Lutecia, célebre unidade hoteleira do 6º bairro parisiense, que reabrirá em Abril, após quatro anos de obras de remodelação. A obra mais importante foi a criação de um terceiro subsolo, destinado a instalar um spa de 700 metros quadrados e uma piscina aquecida de 17 metros.
"Era uma necessidade urgente, para poder oferecer aos nossos clientes um espaço de bem-estar à altura do prestígio do estabelecimento", disse-nos o seu director, Jean-Luc Cousty. Um investimento ainda mais necessário, porque desde 2010 os pretendentes à distinção de "palace" devem ter obrigatoriamente piscina e spa. Depois dos quartos, do restaurante, do bar e da portaria, a guerra entre os hotéis parisienses trava-se agora na água. Vai daí, escava-se e redecora-se.
Inaugurado em 2017, o novo Hotel Crillon foi aumentado com dois níveis, para a piscina e o spa. Quanto ao George V, reabrirá em Junho, com espaços aquáticos totalmente modificados. Trata-se, para os mais antigos, de enfrentar com êxito os mais modernos, como os Shangri-La, os Mandarin Oriental e os Península, cujos equipamentos faustuosos, já testados e aprovados na Ásia, aumentaram o nível.


A piscina do Hotel Bristol, com uma panorâmica sobre Paris. Foto Jamie Beck

Vista panorâmica, cascata...

"Na década de 70, o facto de ter uma piscina tornou-se um elemento distintivo para qualquer hotel. Trinta anos mais tarde, a partir de 2000, aconteceu outro tanto com o spa. Actualmente, os clientes preocupam-se cada vez mais com o seu bem-estar, esperando dispor das referidas instalações, mesmo se paradozalmente as não utilizam", refere-nos Demian Hodari, professor de gestão estratégica na École Hotelière de Lausanne - Suiça.
Os níveis de qualidade estão à altura do prestígio dos estabelecimentos. Cada hotel tem o seu detalhe espectacular. Rodeada por um piso em teca, a imitar os antigos paquetes, a piscina do Bristol oferece uma vista incrível sobre Paris. O Hotel Royal Monceau propõe uma piscina de 23 metros (a maior de todos os hoteis de Paris), enquanto no Península há uma cascata a partir do tecto alto.
Um mosaico de 17 mil elementos "em escama de peixe" decora o fundo da piscina do Crillon, ao mesmo tempo que o Ritz difunde música subaquática.
Nestas piscinas de luxo pode-se usar calção de banho, tanga ou mesmo fio dental, desde que antes se passe pelo chuveiro. Para compensar tal contrariedade, o pessoal cuida dos menores detalhes: toalhas aquecidas, sumos de hibiscus-mentol, botija de água quente para o pescoço...Um dilúvio de atenções, que continua no spa, com frequência associado a uma prestigiada marca de cosméticos. Para o Hotel Bristol, La Prairie imaginou um cuidado para o rosto com  "caviar volumisante" e nos hotéis Plaza Athénée, Dior propõe uma "micro-abrasão com cristais de safira".


A piscina do Hotel Shangri-La, em Paris. Foto Markus Gortz

Rentabilização difícil

Por seu lado, o Crillon avança a carta dos eventos, convidando gente de renome. "Alguns clientes reservaram quartos devido à presença do mestre internacional de Kiyindo Shiatsu, na primavera passada", assegurou-nos a directora do spa, Sophie Demaret. Já o Lutecia tenciona desenvolver uma estratégia global: o spa vai ser um centro "holístico", com a natação acompanhada  de sessões de meditação, de yoga e de nutrição.
Para rentabilizar tais equipamentos, alguns palaces tentam atrair a clientela parisiense. No inverno passado, o Shangri-La ofereceu uma fórmula de post-réveillon composta por massagens "re-escultantes" e chás biológicos. Enquanto que os membros do Ritz clube podem aceder ao hotel, à piscina e ao spa durante todo o ano, após pagarem uma quota anual de 7 mil euros, na sequência de uma selecção drástica, sobre a qual o hotel é pouco esclarecedor: "Conversamos com o cliente várias vezes e depois decidimos sobre as admissões, em função do processo de candidatura apresentado",  disse-nos a directora do clube, Katia Schaffhauser.
Não é nada certo que tudo isso seja suficiente para ganhar dinheiro. "Os investimentos, a manutenção e o pessoal custam muito caro, anota Demian Hodari. Em geral, a recuperação do investimento e muito lenta e demasiado fraca."
Afinal a água não tem todas as virtudes." Mesmo nos hotéis de luxo de Paris.

Tradução e adptação de António Rebelo, UPARISVIII

terça-feira, 8 de maio de 2018

25º Congresso da sopa

Estar por dentro, a mais de sete mil quilómetros

Abrimos com uma foto, publicada no mediotejo.net. Não para mostrar o pessoal de malga na mão. Para denunciar o triste estado da relva do Mouchão. No fundo, é mais um aspecto da decadência geral. Quem conheceu a cidade, o comércio local, a relva, a limpeza, o mercado (o movimento, não as instalações, que até melhoraram, uma excepção), há meio século, e compara desfavoravelmente com a actualidade, pode ser acusado de saudosista. Mas não pode deixar de lamentar a evidente miséria a que tudo isto  já chegou. E, se nada  adequado for feito entretanto, ainda é só o princípio do fim:


Passamos agora à comezaina -à lavadura, como escreveu logo no início o falecido Gonçalo Macedo- e ao mais que adiante se poderá ler. A prosa não é de Tomar a dianteira 3, que nunca se meteu em semelhante ajuntamento de encher a pança. Terá outros defeitos, mas esse não.

"Foi um sucesso, o que não admira. É sempre assim. Está ainda por acontecer o primeiro evento organizado pela câmara que não seja um sucesso. A começar pelos resultados completos das análises à água poluída do Nabão. Já só falta saber qual o tipo de coliformes fecais e a sua origem. Pouca coisa e ainda só passaram 3 meses.
Desta vez, até houve a participação no Congresso de produtores locais de vinho e de fumeiro, o que não foi má ideia, não senhor. O pior foi o resto. Os produtores de vinho, se já pobres eram, mais pobres ficaram. Receberam da autarquia 100 a 120 euros, mas forneceram  mais de 150 litros de vinho cada um. Houve congressistas a encher garrafas de plâstico, daquelas de litro e meio, para levar para casa. Turismo de luxo, salta à vista. Tipo acampamento do Flecheiro.
A complicar a situação, a organização não pensou em colocar frigoríficos à disposição. O que obrigou os produtores a desenrascarem-se. Vinho branco tipo caldo, não é bom para ninguém. Mesmo num congresso de caldos. No final, viu-se um festival de bebedeiras, e nem uma garrafa conseguiram vender. O lamento é geral.
Opinam estes produtores que, em futuras edições, para evitar abusos devia ser distribuída a cada congressista pagante uma caderneta de senhas específicas, para bebidas, pão, água, e café. Um total de 10 senhas para vinho e outras tantas para para pão +  água + cafés. 
Situação semelhante aconteceu com as sopas. Houve excessos de bradar aos céus. E gente que devia pagar a entrada a dobrar, ou até a triplicar. Ficavam frente às barracas a comer, não dando lugar aos outros. Quando lhes pediam para se desviarem um bocadinho, diziam logo "eu como isto num instante e depois volta a encher". Turismo de engorda, já se vê. Segundo as notícias, sete mil litros de sopas para dois mil congressistas, dá três litros e meio por mastigante. Mesmo incluindo os borlistas da praxe, É obra!
Pelas bandas dos produtores locais de fumeiro, as coisas também não rolaram sobre esferas. Forneceram os combinados 120 euros de produtos, cada um, mas apareceram congressistas que em vez de provar, levaram pães já abertos e disseram muito à vontade -"meta aqui umas fatias e umas rodelas que é pra fazer uma sandes." Turismo de encher o bandulho é que está a dar. Para o ano será melhor pendurar presuntos nos plátanos, para cada um cortar à vontade. Mas bem amarrados com correntes metálicas sólidas. Caso contrário, dez minutos mais tarde já foram.
É claro que também houve algumas novidades boas. O CIRE, por exemplo, que recebe uma parte da receita das entradas, num máximo de cinco mil euros, fez uns doces para vender, a um euro cada. Foi tempo quase perdido. A maior parte dos congressistas comeu e não pagou, justificando-se com a entrada paga. Tudo turistas de qualidade, está visto.
Na opinião de um congressista costumeiro, se o Manuel Guimarães, o iniciador do evento, cá voltasse agora, morria logo de susto. Ele que até morreu à mesa, durante um almoço. O congresso transformou-se numa coisa tão banal, tão vulgar, tão reles, que até mete dó.
Por falar em meter dó, a promoção também deixou muito a desejar. Veio a SIC, porque a Media Consulting tem de justificar a avença mensal que recebe da autarquia. Mas esqueceram-se de comunicar aos jornais. Foi o silêncio geral. Até a Lusa se absteve.
Triste sina, Severina!
Se isto é promover o turismo em Tomar, vou ali e volto mais logo, para evitar ver mais coisas tristes.
É como diz o Tomar a dianteira: Pobre terra."

Texto editado por Tomar a dianteira 3, com o acordo final do seu autor.



segunda-feira, 7 de maio de 2018

Mas quanto a instalações sanitárias...


Essa do receber de braços abertos é música já bem antiga, mas pronto; aceita-se. Convinha era acrescentar que os visitantes devem vir já aliviados, porque quanto a instalações sanitárias...
O que se compreende. Se em 2019 as colectividades receberem globalmente os mesmos 500 mil euros deste ano, uma vez que a Festa do Tabuleiros não deverá custar ao Município menos de 400 mil euros, serão 900 mil euros só para festas, cultura e desporto. Cerca de 25 euros por cada eleitor inscrito. E o dinheiro dos contribuintes não chega para tudo.
 Mas enquanto os nabantinos continuarem a votar como convém, mesmo que sejam cada vez menos, siga o baile, que a música é maviosa.

Duas notas sobre a eleição no PSD

Não tenho o gosto de conhecer o cidadão Paulo Mendonça. Nunca fui, não sou, nem tenciono vir a ser filiado no PSD, mas tão pouco partilho do hábito estalinista do processo de intenções. Vou portanto limitar-me por agora  a duas notas sobre o seu comentário, que pode ser lido aqui. Uma é sobre a forma, outra sobre o respectivo conteúdo. 
Sendo do conhecimento geral (ou devia ser), que o discurso é a montra do pensamento, a respectiva forma elucida sobre o rigor do raciocínio, ou a falta dele. No caso, digamos que o português do referido comentário é assaz expedito e muito contemporâneo. Exemplos: "militantes que à muito se não viam e outros pela primeira vez" (1ª e 2ª linhas); "foram porta-voz dos anseios e desejos..." (5º parágrafo, 2ª linha);  "o caminho pela frente será longo" (15º parágrafo);"será vos pedido que participem" (10ª linha a contar do fim).
Para evitar dúvidas, as formas correctas, em português canónico, seriam, respectivamente, militantes que há muito se não viam e outros que apareceram pela primeira vez; foram porta-vozes dos anseios e desejos; o caminho será longo; ser-vos-à pedido que participem".

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Passando à segunda nota, a do conteúdo ou substância, cumpre reconhecer que os principais sintomas são mesmo os enumerados: 
"São as maiores [dificuldades] dos últimos tempos -um partido na oposição, uma forte crise económica e um concelho sem dirigentes, sem políticas e sem projectos capazes de captar e fixar os jovens, embrião e condição primeira para ganhar o desafio que considero o maior e mais difícil: a inversão da diminuição demográfica do concelho, sem a qual não daremos o salto necessário para o progresso."
Sucintamente, é isso mesmo. Falta agora a indispensável elaboração do diagnóstico (porquê?), seguida da indicação da terapêutica (como fazer para conseguir a cura?). Porque essa ladaínha da discussão, do empenhamento, do respeito pelas ideias contrárias, da luta, do árduo caminho a percorrer, e assim sucessivamente, foi chão que já deu o que tinha a dar.
Agora os eleitores, mesmo quando o não verbalizam, têm a mesma atitude dos nossos antepassados latinos. Anseiam pelo velho dito milenário Res non verba: Factos, obras, chega de palavras!
Lourenço dos Santos tinha e tem um projecto robusto, bem como os meios humanos para o levar à prática, mas foi vencido. Qual é o projecto da candidata vencedora?

Jornalismo de mexericos

Conquanto fora do âmbito deste blogue, decidiu-se abrir uma excepção, copiando do EL PAIS, um grande jornal espanhol, parte de uma peça sobre o Festival de Eurovisão, a decorrer em Lisboa:

Os dramas do Festival da Eurovisão

1 - O drama dos representantes espanhóis, Alfredo e Amaia resulta de que o moço, ao que parece, apoia os independentistas da Catalunha. Prova desse apoio é o facto de ter oferecido à noiva o livro Espanha de merda, de Alberto Pia.
Realmente, representar um pais que se pensa ser de merda, não deve ser tarefa fácil.

2 - É a dobrar o drama dos representantes da Macedónia. Não só a sua representante desafina, como ainda por cima resolveram dizer mal da representação espanhola numa entrevista. Só boas maneiras...

Festival de Eurovisión

3 - Bem à maneira francesa, o drama da sua representação reside no facto de parecer um ataque à política do presidente Macron, uma vez que a composição é sobre o drama dos emigrantes clandestinos e o presidente francês pretende aumentar as deportações.

4 - Ora vejam bem! A Austrália resolveu mudar de porta-voz. Desde 2015 era a indonésia Lee Lin Chin, desta vez será o lusodescendente Ricardo Gonçalves. Dramático, como se constata, uma vez que a tradição deixou de ser o que era.

5 - O drama do representante checo já é bem conhecido. Falhou um salto mortal durante um ensaio e foi parar ao hospital. Mas mesmo assim vai actuar. Sem salto mortal, está-se mesmo a ver.

Quer ler os dramas das restantes delegações, com fotos e o video da canção a concurso? Pois então queira fazer o obséquio de clicar aqui, que isto de tradutor à borla, do qual depois ainda se diz mal, também tem os seus custos. Sem dramas.